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		<title>Violinista Anne-Sophie Mutter completa 50 anos nos palcos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Nopens]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 13:03:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Portugese Content]]></category>
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					<description><![CDATA[Alemã Anne-Sophie Mutter está em constante reinvenção. Celebrando cinco décadas de carreira, a violinista surpreende&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><br>Alemã Anne-Sophie Mutter está em constante reinvenção. Celebrando cinco décadas de carreira, a violinista surpreende o público com obras inéditas encomendadas especialmente para ela.</p>



<p></p>



<p>A lista de artistas internacionais que compuseram para a violinista alemã Anne-Sophie Mutter é longa. Inclui nomes como Krzysztof Penderecki e Sofia Gubaidulina, além de André Previn e Jörg Widmann. Mais recentemente, compositoras como a iraniano-neerlandesa Aftab Darvishi e a sul-coreana Unsuk Chin também escreveram obras para a violinista.</p>



<p></p>



<p>Por ocasião de seus 50 anos de carreira nos palcos, Mutter gravou mais de 30 dessas composições, dedicadas a ela ou encomendadas por ela, para o projeto ASM Forte Forward, lançado pelo selo Alpha Classics.</p>



<p></p>



<p><strong>Trajetória artistica</strong><br>Em 23 de agosto de 1976, Anne-Sophie Mutter, então com 13 anos, subiu ao palco para um concerto dedicado a jovens talentos em Lucerna. Foi ali que ela atraiu a atenção do maestro Herbert von Karajan, que, um ano depois, a convidou para se apresentar com a Filarmônica de Berlim no Festival de Páscoa de Salzburgo. Assim começou a longa colaboração de Mutter com Karajan e a tradicional orquestra berlinense.</p>



<p></p>



<p>Outro nome que marcou profundamente a carreira artística da violinista nos anos 1980 foi o maestro e mecenas suíço Paul Sacher. &#8220;Ele teve grande influência no meu interesse pela música contemporânea&#8221;, afirma Mutter. Ela valoriza, tanto em Sacher quanto em outros mentores e mentoras, experiências de aprendizado sem dogmatismo. Segundo a violinista, Sacher sempre lhe deu liberdade para escolher como encarar os desafios. E um lema do maestro a acompanha até hoje: &#8220;O que eu não consigo fazer, posso aprender. E o que não posso aprender hoje, posso aprender mais tarde.&#8221;</p>



<p></p>



<p><strong>A Fundação Anne-Sophie Mutter</strong><br>Vencedora de quatro prêmios Grammy e do prêmio japonês Praemium Imperiale, a violinista hoje apoia jovens músicos de talento excepcional por meio da Fundação Anne-Sophie Mutter. Ela procura incentivar nos bolsistas o engajamento social, junto à música contemporânea.</p>



<p></p>



<p>A própria Mutter atua em organizações humanitárias como Save the Children e Médicos Sem Fronteiras. Entre 2021 e 2025, ela foi presidente da Deutsche Krebshilfe, organização que trabalha no combate ao câncer.</p>



<p></p>



<p>Mutter relata que construir um público e obter retorno financeiro com a música contemporânea é um desafio para jovens músicos. &#8220;Ainda assim, quero ajudá-los a manter os pés no chão. Quero mostrar que não se trata apenas de ficar rico e famoso, mas também de assumir um papel na sociedade. Tocar em lares para idosos, por exemplo, dar aulas ou apoiar organizações por meio de concertos beneficentes.&#8221;</p>



<p></p>



<p><strong>Uma plataforma para compositoras e compositores</strong><br>Anne-Sophie Mutter também impulsiona carreiras por meio de encomendas feitas a compositores — incluindo a bolsistas e ex-bolsistas e de sua fundação. &#8220;Quero oferecer uma plataforma para essas obras e garantir que elas sejam gravadas. Sem isso, esses trabalhos incríveis não poderiam ser ouvidos em todo o mundo.&#8221;</p>



<p></p>



<p>&#8220;Fico especialmente feliz porque muitas dessas gravações foram feitas com colegas da minha fundação e com bolsistas, tanto antigos quanto atuais&#8221;, destaca Mutter. &#8220;Consegui colocar muitos desses jovens músicos no centro desta nova série, Forte Forward, e isso me deixa muito feliz.&#8221;</p>



<p></p>



<p>O primeiro álbum da série ASM Forte Forward, intitulado East Meets West, expressa não apenas o compromisso musical e o engajamento social da artista. Logo na abertura, chama a atenção &#8220;Likoo para violino solo&#8221;, obra composta por Aftab Darvishi para Mutter em 2024. Likoo é um lamento sobre a perda, escrito em um momento em que especialmente as mulheres no Irã lutavam contra a repressão do regime.</p>



<p></p>



<p>&#8220;Quis criar um monumento musical para as pessoas no Irã e para aqueles que lutam pela liberdade, pela coexistência, pela empatia e pela igualdade, na esperança de que essas atrocidades não se repitam&#8221;, disse Anne-Sophie Mutter em entrevista à DW. &#8220;Enquanto eu toco, guerras acontecem em nosso maravilhoso planeta, mas não perco a esperança no amor e na empatia.&#8221; A interpretação de Mutter é comovente. É quase possível ouvir os gritos das mulheres, que se dissolvem no silêncio.</p>



<p></p>



<p>Com o agravamento da situação no Irã, a violinista considera especialmente importante manter &#8220;Likoo&#8221; em seu repertório. &#8220;Tenho grande admiração pela cultura persa e pelas mulheres compositoras que ainda vivem no Irã — como Golfam Khayam, que conseguiu me enviar uma partitura por e-mail durante uma pausa nos bombardeios. De vez em quando ainda tenho notícias dela&#8221;, conta Mutter. &#8220;Essas compositoras no Irã me fascinam, e a obra &#8216;Likoo&#8217; em particular. Por isso, e infelizmente também por conta dos acontecimentos atuais, considero muito importante tocar essa peça no concerto de aniversário.&#8221; A apresentação acontecerá em 25 de agosto, durante o Festival de Lucerna.</p>



<p></p>



<p>O próximo álbum da série ASM Forte Forward se chama American Tunes #1. O repertório inclui composições de André Previn, com quem Anne-Sophie Mutter foi casada durante quatro anos, e do americano Sebastian Currier, autor de diversas obras escritas para a violinista.</p>



<p></p>



<p><strong>Álbuns de jubileu</strong><br>Também em celebração dos 50 anos de carreira, Anne-Sophie Mutter preparou diversos projetos em parceria com sua gravadora de longa data, a Deutsche Grammophon.</p>



<p></p>



<p>Entre eles está o lançamento de sete álbuns temáticos ligados a cidades específicas, reunindo obras que foram estreadas nesses locais ou que tem significado especial em sua trajetória artística. Os sete álbuns planejados acompanham a artista em uma jornada ao redor do mundo, passando por cidades como Berlim, Londres, Lucerna, Tóquio e Nova York.</p>



<p></p>



<p>O companheiro constante de Anne-Sophie Mutter é seu violino Stradivari. &#8220;O violino é o instrumento mais incrível do universo, e há 50 anos tento demonstrar isso.&#8221;</p>



<p></p>



<p>Segundo ela, o instrumento também funciona como sua voz. &#8220;Considero fascinante como a música começa a ser expressiva exatamente onde a linguagem termina, e como podemos nos conectar, nos descobrir, nos expressar e viver experiências nesse universo da criatividade.</p>



<p></p>
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		<title>Norway wealth fund sounds alarm on AI stock market bubble</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simone Nopens]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Aug 2026 08:51:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[English Content]]></category>
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					<description><![CDATA[The head of Norway&#8217;s sovereign wealth fund has warned that soaring AI-driven stock valuations could&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>The head of Norway&#8217;s sovereign wealth fund has warned that soaring AI-driven stock valuations could trigger a sharp correction. How exposed is the world&#8217;s largest sovereign wealth fund to a market downturn?<br></p>



<p>As if the vast scale of artificial intelligence (AI) investments wasn&#8217;t scary enough, the head of the world&#8217;s largest sovereign wealth fund is also sounding the alarm.</p>



<p></p>



<p>Nicolai Tangen, CEO of Norway&#8217;s Government Pension Fund Global (GPFG), warned last week that, in an extreme market collapse, a massive loss to its $2.4 trillion (€2.07 trillion) portfolio is &#8220;not completely improbable.&#8221;</p>



<p></p>



<p>The fund, created to invest the Nordic country&#8217;s vast oil and gas revenues, delivered a record profit of 1,753 billion Norwegian kroner ($186 billion/€161 billion) in the first six months of the year.<br></p>



<p>Yet, Tangen warned that the AI-chip trade — whose lofty valuations helped drive those gains — now poses a serious risk. A sharp correction, he warned, could potentially erase much of the massive wealth built up over the past 30 years.</p>



<p></p>



<p>During what Tangen called an &#8220;abnormal&#8221; period of low taxes, low inflation and low interest rates, the investments now finance roughly a quarter of the Norwegian government&#8217;s budget.</p>



<p></p>



<p><strong>Why fund managers remain invested despite AI concerns</strong><br>While Tangen might sound overly alarmist, Bill Megginson, a leading researcher on sovereign wealth funds, believes many established fund managers share his cautious stance on stock valuations, but are &#8220;staying the course, queasily.&#8221;</p>



<p></p>



<p>&#8220;Few managers are inclined to take profits when such a fundamental technology buildout, fueled by literally unprecedented levels of capital spending, shows little evidence of brittleness,&#8221; Megginson, a finance professor at the University of Oklahoma, told DW.</p>



<p></p>



<p>Major technology companies are expected to invest more than $1 trillion in AI-related infrastructure like chips, data centers and power infrastructure in the race to match or beat human intelligence.<br></p>



<p>China, meanwhile, is developing capable AI models at a fraction of the cost of their rivals in the United States.</p>



<p></p>



<p>The Bank for International Settlements warned in June that AI &#8220;exuberance&#8221; risks ending in a bust if returns fall short of expectations.</p>



<p></p>



<p><strong>Why Norway&#8217;s wealth fund cannot easily hedge risk</strong><br>Unlike Saudi Arabia or Singapore&#8217;s sovereign wealth funds, which make large investments in private equity, infrastructure and real estate, Norway largely follows a benchmark-based investment strategy by buying index funds that track major global markets.</p>



<p></p>



<p>Technology accounts for roughly a third of the fund&#8217;s stock investments.</p>



<p></p>



<p>&#8220;The oil fund follows a very passive, broadly diversified global index strategy,&#8221; Karin Thorburn, research chair in finance at the Norwegian School of Economics, told DW.</p>



<p></p>



<p>Although this approach &#8220;eliminates a lot of the uncertainty of picking individual stocks,&#8221; Thorburn said Norway&#8217;s GPFG fund managers have &#8220;almost no room to deviate from the index or actively hedge.&#8221;</p>



<p></p>



<p>A strict government mandate means the Norwegian fund cannot take significant protective positions, including holding large amounts of cash.</p>



<p></p>



<p>Most institutional investors, on the other hand, hedge by buying options or futures, which rise in value when regular investments like stocks drop, offsetting some of the declines.</p>



<p></p>



<p>Thorburn, who served on a 2022 Norwegian government panel probing the growing geopolitical risks to the fund, said portfolio managers trust in the collective knowledge of the financial markets.</p>



<p></p>



<p>&#8220;If you were to start betting against the markets, you could be right 50% of the time, but also wrong 50% of the time,&#8221; she said. &#8220;So wisely, the government has decided that we don&#8217;t do that.&#8221;</p>



<p></p>



<p><strong>How vulnerable is Norway&#8217;s fund to an AI-driven sell-off?</strong><br>Javier Capape, a Madrid-based sovereign wealth fund specialist, thinks Norway is &#8220;unusually exposed&#8221; through its investment strategy of roughly 70% equities and 30% bonds.</p>



<p></p>



<p>&#8220;I would not describe Norway as literally &#8216;unhedged,'&#8221; Capape said, noting that Norges Bank Investment Management, a unit at the central bank that manages the country&#8217;s sovereign wealth fund, also uses currency, interest-rate and equity derivatives to protect against a crash.</p>



<p></p>



<p>Norway&#8217;s strategy also contrasts sharply with that of Berkshire Hathaway, until last year run by one of the world&#8217;s most successful investors, Warren Buffett.</p>



<p></p>



<p>Berkshire is currently sitting on around $365 billion in cash and short-term Treasuries.</p>



<p></p>



<p>Norway&#8217;s fund does, however, benefit from continuous inflows of oil and gas revenues from its North Sea fields. In 2026, this is projected to be the equivalent of €63 billion.</p>



<p></p>



<p><strong>Private equity and real estate face risks, too</strong><br>While its Asian and Middle Eastern peers are more diversified, they face similar risks in their alternative investments.</p>



<p></p>



<p>Some private equity funds have temporarily suspended or limited investor withdrawals due to a severe liquidity squeeze. Commercial real estate has underperformed since the COVID-19 pandemic, especially the office sector.</p>



<p></p>



<p>Capape noted how globally, these alternative investments now account for 24% of sovereign wealth fund portfolios.</p>



<p>According to the Sovereign Wealth Funds Report 2026, these funds now manage more than $15 trillion in assets worldwide, up from roughly $3-4 trillion during the 2008/09 financial crisis.</p>



<p></p>



<p>They are now &#8220;the single most important global source of investment capital for both private equity funds and direct investment in public companies,&#8221; Megginson said.</p>



<p></p>



<p><strong>How much could an AI-driven market correction cost Norway?</strong><br>After a sharp pullback in June and July, many AI-related stocks have rebounded, with Nvidia, Amazon and Microsoft rising in the double digits in recent weeks.</p>



<p></p>



<p>Some analysts now expect AI stocks to reach new all-time highs by the end of the year. Though what follows is anyone&#8217;s guess.</p>



<p></p>



<p>&#8220;Norges Bank Investment Management itself has stress-tested an AI correction, estimating that such a scenario could reduce the value of the entire fund by around 18%,&#8221; Capape said.</p>



<p></p>



<p>This would represent around €432 billion being wiped off the fund&#8217;s value, the equivalent of nearly seven years of Norway&#8217;s energy revenues.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Il Monte Olimpo iscritto nel patrimonio dell&#8217;umanità</title>
		<link>https://www.iqbpress.com/il-monte-olimpo-iscritto-nel-patrimonio-dellumanita/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Nopens]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jul 2026 08:09:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Italian Content]]></category>
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					<description><![CDATA[L’iconico Monte Olimpo in Grecia è tra i siti aggiunti alla lista Unesco del Patrimonio&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><br>L’iconico Monte Olimpo in Grecia è tra i siti aggiunti alla lista Unesco del Patrimonio Mondiale durante una riunione del comitato Onu tenutasi in Corea del Sud, nel corso della quale sono state esaminate decine di candidature.</p>



<p>Il Monte Olimpo iscritto nel patrimonio dell&#8217;umanità. Con i suoi 2.918 metri di altezza da una base vicina al livello del mare la montagna era considerata il trono di Zeus, re degli dei, oltre a ospitare una ricca biodiversità.</p>



<p></p>



<p>Evangelos Geroliolios, sindaco di Dion-Olimpo, un comune ai piedi della montagna, ha dichiarato in una recente intervista ad AP che l’inserimento nella lista del patrimonio Mondiale &#8220;ci impone maggiori obblighi nella tutela di questo ambiente&#8221;, citando il potenziale impatto di un aumento del turismo.</p>



<p></p>



<p>&#8220;Ribadiamo il nostro impegno incrollabile a salvaguardare il Monte Olimpo a beneficio delle generazioni presenti e future&#8221;, ha affermato Georgios Koumoutsakos, delegato della Grecia presso l’Unesco. &#8220;Come ci ricorda saggiamente la mitologia greca, è sempre meglio mantenere buoni rapporti con gli dei&#8221;, ha aggiunto.</p>



<p></p>



<p>L’iscrizione del Monte Olimpo, dimora mitica dei 12 dei dell’Olimpo, ha coronato uno sforzo durato 12 anni da parte della Grecia per ottenere il riconoscimento della sua montagna più alta come sito misto di patrimonio culturale e naturale.</p>



<p></p>



<p>La ministra della Cultura greca Lina Mendoni ha definito l&#8217;iscrizione un riconoscimento dell&#8217;impegno costante della Grecia nella tutela e nella valorizzazione del proprio patrimonio naturale e culturale.</p>



<p></p>



<p>&#8221;L&#8217;Olimpo, attraverso le epopee omeriche e la letteratura greca antica, ha portato la mitologia e la civiltà greca nel mondo intero&#8221;, ha affermato.</p>



<p></p>



<p>Con il nuovo ingresso dell&#8217;Olimpo, la Grecia amplia la propria presenza nella lista del patrimonio mondiale dell&#8217;Unesco, che già comprende altri siti recentemente riconosciuti, tra cui i villaggi tradizionali di Zagoria, in Epiro, e i palazzi minoici dell&#8217;isola di Creta.</p>



<p></p>



<p>La designazione francese comprende le cinque spiagge dello sbarco in Normandia &#8211; Omaha, Utah, Sword, Gold e Juno &#8211; dove il 6 giugno 1944 sbarcarono oltre 150.000 soldati alleati, insieme al sito dell’assalto a Pointe du Hoc, tutti fondamentali per la campagna di liberazione dell’Europa occidentale dall’occupazione nazista durante la Seconda guerra mondiale. Il Consiglio Internazionale dei Monumenti e dei Siti (Icomos), che valuta le candidature presentate al comitato, ha sottolineato che i siti contengono numerosi resti, dalle fortificazioni tedesche e dai paesaggi segnati dai bombardamenti alle strutture portuali alleate e alle navi affondate, a testimonianza di un &#8220;evento ampiamente percepito come quello che ha permesso il ritorno della libertà e ha inaugurato una pace duratura nel continente europeo&#8221;. L’Icomos ha inoltre sollecitato un rafforzamento delle attività di monitoraggio e conservazione dei siti, citando le potenziali minacce rappresentate dal turismo, dai cambiamenti climatici e dall’innalzamento del livello del mare, nonché dallo sviluppo di parchi eolici nelle vicinanze di tali aree. La delegata permanente della Francia presso l&#8217;Unesco, Ahlem Gharbi, ha affermato che lo sbarco in Normandia ha segnato una svolta dal conflitto globale verso un ordine postbellico fondato sulla pace e sulla sicurezza, e che la designazione di questi siti assume un significato aggiuntivo in un momento di escalation delle crisi internazionali e delle guerre. &#8220;È probabilmente il più grande sbarco anfibio che sia mai avvenuto. Dovrebbe essere ricordato già solo per questo&#8221;, ha dichiarato lo storico David Edgerton in una recente intervista con Associated Press.</p>



<p></p>



<p>E&#8217; stata inoltre inclusa la rete delle fortezze reali della Linguadoca, nel sud della Francia, un gruppo composto da otto castelli medievali.</p>



<p></p>



<p>Tra gli altri siti del patrimonio annunciati oggi dall&#8217;Unesco figurano i cosiddetti teatri italiani &#8220;di condominio&#8221;: una serie di strutture di proprietà collettiva, finanziate sia da fondi pubblici che privati, edificate nell&#8217;Italia centrale tra il XVIII e il XIX secolo. Dal punto di vista architettonico, queste strutture rappresentano il neoclassicismo pur presentando influenze del tardo Barocco e hanno permesso alle autorita&#8217; locali e ai cittadini di collaborare alla loro costruzione. Questo sistema ha favorito la crescita di una vasta rete culturale, offrendo nuovi spazi alla borghesia emergente e ampliando l&#8217;accesso del pubblico alle arti performative. Situati nel cuore dei centri storici, questi edifici sono diventati importanti centri di aggregazione sociale, ha osservato l&#8217;organizzazione.</p>



<p></p>



<p>Anche l&#8217;opera dell&#8217;architetto finlandese Alvar Aalto, uno degli architetti più influenti del XX secolo, è stata dichiarata patrimonio dell&#8217;umanità durante la cerimonia. Il complesso architettonico, composto da 13 strutture civiche, comunitarie e residenziali sparse in tutto il Paese nordico, esemplifica il movimento moderno e la sua risposta ai bisogni sociali.</p>



<p></p>



<p>In Asia, il castello di Alamut, situato sui monti Alborz nel nord dell&#8217;Iran, è stato aggiunto alla lista del patrimonio mondiale. La delegazione iraniana, che ha dichiarato durante un intervento trasmesso in diretta streaming che questa rete fortificata simboleggia la resilienza e la resistenza del Paese, ha colto l&#8217;occasione per denunciare i danni ai monumenti protetti nel contesto del conflitto in corso con gli Stati Uniti.</p>



<p></p>



<p>I siti giapponesi designati nella prefettura occidentale di Nara comprendono 19 siti archeologici delle capitali di Asuka e Fujiwara, risalenti al VI-VIII secolo, dove il Giappone istituì il suo primo Stato centralizzato sul modello dei sistemi cinesi. I siti conservano i resti, in gran parte sepolti, di palazzi reali, uffici governativi, templi buddisti e tombe delle capitali che influenzarono le successive capitali di Nara e Kyoto. Il viceministro della Cultura giapponese, Shigeki Kobayashi, ha ringraziato il comitato per l’iscrizione dei siti di Asuka-Fujiwara e ha affermato che il Giappone ribadisce il proprio impegno a &#8220;trasmettere questo prezioso patrimonio alle generazioni future&#8221;. La premier giapponese Sanae Takaichi, originaria di Nara, ha scritto su X che spera che la designazione come Patrimonio dell’Umanità dia impulso al turismo verso il sito. Yoshiyuki Aihara, professore di archeologia all’Università di Nara, ha dichiarato ad Associated Press che i siti sono significativi perché mostrano come l’antico Stato giapponese si sia formato attraverso le influenze provenienti dalla Cina e dalla penisola coreana. &#8220;Se si scava sotto queste risaie per circa un metro, si inizia a trovare una distesa di rovine in questa zona, anche se questo non è facile da comprendere per i visitatori comuni&#8221;, ha affermato Aihara, che sta proseguendo i lavori di scavo nel sito.</p>



<p></p>



<p>Infine il sito di Boma-Badingilo, nel Sud Sudan, comprende vaste zone umide, pianure alluvionali e savane modellate dalle piogge stagionali e dalle dinamiche delle inondazioni, con circa 6 milioni di kob dalle orecchie bianche, tiang e gazzelle di Mongalla che si spostano attraverso il paesaggio in risposta alle mutevoli condizioni ambientali. Secondo l’Unesco, inoltre, il sito costituisce l’habitat di elefanti, leoni, ghepardi e altri animali selvatici, oltre a sostenere varie comunità etniche che da secoli vivono di pastorizia, agricoltura e pesca.</p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Blije hommels onthullen meer over innerlijk leven insecten</title>
		<link>https://www.iqbpress.com/blije-hommels-onthullen-meer-over-innerlijk-leven-insecten/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Nopens]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 09:21:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dutch Content]]></category>
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					<description><![CDATA[Hommels likken instemmend hun mond bij lekker voedsel, maar schudden afwijzend hun hoofd als iets&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><br>Hommels likken instemmend hun mond bij lekker voedsel, maar schudden afwijzend hun hoofd als iets vies is. Die reactie wijst volgens Australische en Chinese onderzoekers op een innerlijk leven bij de bijensoort, misschien wel op emoties.</p>



<p></p>



<p>Al sinds Darwin wordt er gespeculeerd in hoeverre dieren emoties hebben zoals mensen. Hoewel inmiddels duidelijk is dat zoogdieren emoties kunnen uitdrukken, is het de vraag of insecten dat ook doen. Dit onderzoek zou daar voor het eerst wel op wijzen.</p>



<p></p>



<p>De onderzoekers boden aardhommels verschillende drankjes aan: water, suikerwater, zout water en water met kinine, dat bitter smaakt.</p>



<p></p>



<p>Op slowmotionbeelden is te zien dat de eerste twee diertjes ook toen ze klaar waren met drinken hun tong tevreden bleven uitsteken, terwijl ze bij de laatste twee schudden met hun hoofd en blijkbaar walgend hun monden schoonvegen:<br>&#8220;Als een rat iets zout eet dat die niet lekker vindt, veegt hij zijn mond af en zijn snorharen. Zoiets zien we ook bij bijen&#8221;, zegt onderzoeker Andrew Barron. &#8220;De reacties van bijen met hun mond tonen dus aan of ze iets wel of niet lekker vinden. Dat zegt ons dat insecten een innerlijk leven hebben.&#8221;</p>



<p></p>



<p>Zulke reacties tonen volgens hem aan dat bijen meer zijn dat &#8220;reflex-machientjes&#8221;. Ze hebben blijkbaar wel degelijk een mening over hun omgeving. Barron wil nog niet zo ver gaan om van emoties te spreken, &#8220;maar we kunnen wel zeggen dat hun reacties wijzen op een subjectieve psychologische staat&#8221;.</p>



<p></p>



<p>&#8220;In vergelijking tot onze hersenen zijn die van een bij miniem, met een gewicht van minder dan een milligram. Maar toch suggereert ons bewijs dat zo&#8217;n bijenbrein een vorm van geestelijk leven heeft.&#8221;</p>



<p></p>



<p><strong>Verhitte bijen</strong><br>De onderzoekers zeggen zorgvuldig andere verklaringen te hebben uitgesloten. Zo is het gedrag niet simpelweg het symptoom van een chemische reactie op de stoffen. Dorstige of verzadigde bijen bleken namelijk anders op stofjes te reageren.</p>



<p></p>



<p>Zo verhitten de onderzoekers de bijen tot 40 graden, waarmee ze nabootsten hoe uitgedroogd zo&#8217;n dier zich moet voelen op een drukke, warme dag. Ineens was een slokje zout water bijzonder welkom, zoals een hardloper een glas met bitterzoute elektrolyten niet afslaat.</p>



<p></p>



<p>&#8220;In plaats van met haar hoofd te schudden en de mond te vegen, dronk ze met graagte en liet haar tong zien&#8221;, vat Barron het effect samen. &#8220;Het was dus blijkbaar niet een automatische reactie op suiker of zout.&#8221;</p>



<p></p>



<p><strong>Morele implicaties</strong><br>Barron geeft toe dat er verder onderzoek nodig is, maar deze experimenten tonen volgens hem in ieder geval aan dat er nog meer te ontdekken valt.</p>



<p></p>



<p>Zijn collega Fei Peng denkt dat het onderzoek kan veranderen hoe we naar de dieren kijken. &#8220;Veel mensen willen best toegeven dat insecten kunnen voelen, leren en beslissingen nemen, maar voelen zich ongemakkelijk bij het idee dat ze iets fijn of vervelend kunnen vinden. Wij zetten vraagtekens bij die intuïtie.&#8221;</p>



<p></p>



<p>Voor Barron heeft dat ook consequenties in het dagelijks leven. &#8220;Wat hersenen betreft is er geen wezenlijk verschil tussen een bij of een vlieg. Dat betekent dat we moeten nadenken over hoe we reageren op insecten en hoe we ze behandelen.&#8221;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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		<title>Terremotos en Venezuela: lo que hay que saber</title>
		<link>https://www.iqbpress.com/terremotos-en-venezuela-lo-que-hay-que-saber/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Nopens]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 11:47:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Spanish Content]]></category>
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					<description><![CDATA[El país sufrió dos grandes sismos seguidos, uno de ellos el de mayor magnitud en&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>El país sufrió dos grandes sismos seguidos, uno de ellos el de mayor magnitud en más de cien años. Esto es lo que se sabe hasta ahora.</p>



<p></p>



<p>Dos fuertes terremotos sacudieron Venezuelaeste miércoles (24.06.2026). El primer sismo, de magnitud 7,2, ocurrió a las 18:04 (23:04 CET) con su epicentro 21 km al oeste de Morón, en el norte del país, señaló el Servicio Geológico de Estados Unidos (USGS). Cerca de un minuto después, y a pocos kilómetros de distancia, se registró otro de magnitud 7,5, el más potente que ha vivido Venezuela desde 1900.</p>



<p></p>



<p><strong>¿Cuál es el saldo inicial de víctimas?</strong><br>La presidenta interina de Venezuela, Delcy Rodríguez, ha reportado ya al menos 235 muertos y más de 4.300 heridos. Según la presidenta en funciones, el país sufrió también 30 réplicas, aparte de los dos principales terremotos.</p>



<p></p>



<p>Sin embargo, las cifras son muy provisionales. El USGS estima que hay en torno de un 40 % de probabilidad de que los sismos hayan provocado entre 10.000 y 100.000 fallecidos, proyección calculada a partir de la intensidad del movimiento, la población expuesta y la vulnerabilidad de las edificaciones en la zona afectada.</p>



<p></p>



<p>Hasta 6,76 millones de personas podrían haberse visto afectadas por los terremotos que sacudieron Venezuela, indicó este viernes la portavoz de la Organización Internacional para las Migraciones de la ONU (OIM), Zoe Brennan.</p>



<p></p>



<p>La cifra incluiría dos millones de personas en la capital, Caracas, y se esperan estimaciones más precisas a medida que surja nueva información sobre la catástrofe: &#8220;Los edificios han colapsado y las infraestructuras críticas han sufrido daños, lo que limita el acceso a servicios básicos&#8221;, destacó Brennan, quien subrayó que, por ahora, la prioridad es la búsqueda y el rescate de personas entre los escombros.</p>



<p></p>



<p>Sin embargo, pese a la llegada de equipos internacionales, los rescates avanzan lentamente, y hay cuerpos aún visibles bajo los escombros, reporta la agencia AFP.</p>



<p></p>



<p><strong>¿Qué zona es la más afectada?</strong><br>El Gobierno interino decretó el estado de emergencia nacional y declaró el Estado La Guaira, en el norte del país, a unos 40 minutos de la capital, Caracas, como una &#8220;zona de desastre&#8221;.</p>



<p></p>



<p>La propia Caracas también sufrió daños: hubo derrumbes de edificios en varias zonas de la capital. También se vieron afectados los estados Miranda, Falcón y Carabobo.</p>



<p></p>



<p><strong>¿Hay vuelos hacia Venezuela?</strong><br>Los temblores también dañaron parte de las instalaciones del aeropuerto internacional de Maiquetía, que da servicio a la capital venezolana y que tuvo que cerrar por los daños. Diversas aerolíneas anunciaron que suspendían los vuelos, como las que operan la ruta España-Caracas, entre ellas Iberia, Air Europa y Plus Ultra.</p>



<p></p>



<p>También Avianca canceló sus cuatro vuelos del jueves de la ruta Bogotá-Caracas-Bogotá. La aerolínea colombiana Latam activó &#8220;medidas de flexibilización&#8221; para reorganizar los itinerarios de sus viajeros.</p>



<p></p>



<p>Por su parte, tras una breve suspensión, la panameña Copa Airlines reanudó sus vuelos a las ciudades de Barquisimeto, Valencia y Barcelona, pero mantuvo cancelados los viajes con destino a Caracas.</p>



<p><br><strong>¿Qué ha hecho Estados Unidos para el rescate?</strong><br>El secretario de Estado estadounidense, Marco Rubio, anunció que Washington &#8220;está desplegando de inmediato equipos de búsqueda y rescate, recursos médicos y asistencia humanitaria a Venezuela&#8221;.</p>



<p></p>



<p>Lo hizo después de que el presidente, Donald Trump, escribiera en su plataforma Truth Social: &#8220;¡Estados Unidos está preparado, dispuesto y capacitado para ayudar! He ordenado a todas las agencias de nuestro Gobierno que se preparen para actuar rápidamente. Estaremos allí para nuestros nuevos y grandes amigos&#8221;, agregó.</p>



<p></p>



<p>Según republicó Rubio en X, el equipo internacional del Departamento de Bomberos del Condado de Los Ángeles, una de las agencias de bomberos y emergencias más grandes de los Estados Unidos, conocida como USA-2, fue activada por el Departamento de Estado y partió este jueves a Venezuela, para brindar asistencia en labores de búsqueda, rescate y recuperación, junto al equipo de USA-1, otra fuerza de élite de búsqueda y rescate urbano con sede en Fairfax, Virginia.</p>



<p></p>



<p>Además, un general del Comando Sur (Southcom) de Estados Unidos llegó el jueves a Caracas para &#8220;supervisar&#8221; el apoyo de Washington. El mayor general de los Marines Kevin J. Jarrard &#8220;está trabajando estrechamente con sus socios para planificar, coordinar y dirigir&#8221; las operaciones del Ejército estadounidense, a fin de salvar vidas y prestar &#8220;asistencia humanitaria en las zonas afectadas&#8221;, según un comunicado oficial.</p>



<p></p>



<p>El Comando Sur operará en el país suramericano después de que el Gobierno interino de Delcy Rodríguez &#8220;pidiera formalmente ayuda a Estados Unidos tras los terremotos&#8221;, precisó. Las fuerzas estadounidenses &#8220;utilizarán aeronaves de ala fija y de ala giratoria para prestar servicios de transporte especializado&#8221; y cooperar en la evaluación de daños y el suministro de ayuda, indicó el Comando Sur.</p>



<p></p>



<p>El secretario de Defensa estadounidense, Pete Hegseth, había dicho previamente que &#8220;movilizó inmediatamente al Departamento de Guerra&#8221;, siguiendo instrucciones del presidente Donald Trump, para colaborar con el Departamento de Estado en el apoyo al pueblo venezolano.</p>



<p></p>



<p><strong>¿Cuál ha sido la reacción internacional?</strong><br>Además de Estados Unidos, numerosos países de todo el mundo, especialmente de América Latina, como México, Brasil o Panamá ofrecieron ayuda a Venezuela.</p>



<p></p>



<p>A Venezuela llegaron ya 188 rescatistas de El Salvador, y equipos de socorristas de México, según informó en X la presidenta encargada, Delcy Rodríguez. La cadena TeleSur, en tanto, dio cuenta de la llegada de &#8220;insumos y rescatistas&#8221; provenientes de Chile, y el canal VTV indicó que &#8220;un grupo de 80 rescatistas de Suiza&#8221; con &#8220;18 toneladas&#8221; de insumos aterrizaron en la Base Aérea El Libertador, en el estado de Aragua.</p>



<p></p>



<p>La Unión Europea, en palabras de su comisaria de Gestión de Crisis, Hadja Lahbib, dijo estar &#8220;preparada para reforzar nuestra ayuda&#8221;. Lahbib indicó que el sistema europeo Copernicus de detección por satélite fue activado para apoyar las operaciones de rescate en Venezuela.</p>



<p></p>



<p>El presidente de Francia, Emmanuel Macron, expresó su &#8220;solidaridad con las víctimas, sus familiares y todas aquellas personas que se han movilizado sobre el terreno&#8221;, en un mensaje en X. Tras hablar con Rodríguez, Macron anunció que Francia enviará 85 socorristas a Venezuela.</p>



<p></p>



<p>Alemania, por su parte, ofreció inicialmente enviar seis aviones de transporte militar A400M con ayuda. El ministro de Defensa alemán, Boris Pistorius, explicó que estas aeronaves pueden, por ejemplo, desplazar a Venezuela personal y material de la Agencia Federal de Ayuda Técnica (THW) o de la Cruz Roja Alemana (DRK). &#8220;Alemania está al lado de Venezuela y ayudará&#8221;, escribió en sus redes sociales el canciller alemán, Friedrich Merz.</p>



<p></p>



<p>También Pekín dijo que &#8220;China quiere ofrecer toda la ayuda posible de manera apropiada, de acuerdo con lo que necesite Venezuela&#8221;, según indicó en conferencia de prensa el portavoz de la cancillería Guo Jiakun. Países como Rusia o Cuba han expresado su solidaridad con el país. Incluso Irán, a pesar de sus dificultades, anunció que la república islámica &#8220;está dispuesta a proporcionar toda la ayuda necesaria en las operaciones de rescate y salvamento&#8221;.</p>



<p></p>



<p>Expertos de la ONU instaron a Caracas a &#8220;desbloquear de inmediato&#8221; el acceso a redes sociales y medios de comunicación para facilitar las tareas de socorro.</p>



<p></p>



<p><strong>¿Cómo más se puede ayudar a Venzuela en esta hora?</strong><br>Instituciones internacionales como UNICEF, Save the Children, Médicos Sin Fronteras y el International Medical Corps recolectan fondos para el envío inmediato de equipamiento logístico y alimentos a Venezuela.</p>



<p></p>



<p>Sobrevivientes y residentes en el exterior han activado redes de ayuda y plataformas digitales para intentar ubicar a familiares y allegados que permanecen incomunicados tras los dos terremotos. Se ha habilitado, por ejemplo, la plataforma web terremoto.hazlohoy.org para registrar personas desaparecidas, reportar estructuras colapsadas y gestionar traslados médicos gratuitos.</p>



<p></p>



<p>En Venezuela, la Iglesia católica pidió acudir a los centros de acopio en Caracas y otras ciudades, para colaborar con alimentos, insumos médicos, ropa y herramientas para ayudar a los afectados. Se pueden canalizar aportes económicos mediante el portal local de Cáritas.</p>



<p></p>



<p>Numerosos mensajes de familiares dentro y fuera de Venezuela sobre desaparecidos han llenado en las últimas horas varias redes sociales, mientras que se mantienen los reportes de fallas de conexión telefónica y servicio eléctrico en algunas de las zonas afectadas.</p>



<p></p>
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		<title>&#8220;Hora silenciosa&#8221; ajuda a diminuir o estresse nas compras</title>
		<link>https://www.iqbpress.com/hora-silenciosa-ajuda-a-diminuir-o-estresse-nas-compras/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Nopens]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2026 06:04:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Portugese Content]]></category>
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					<description><![CDATA[Iniciativa voltada a pessoas com deficiências invisíveis ameniza sobrecarga sensorial durante as compras. Na Alemanha,&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Iniciativa voltada a pessoas com deficiências invisíveis ameniza sobrecarga sensorial durante as compras. Na Alemanha, cada vez mais lojas e instituições aderem à tendência.<a href="https://www.facebook.com/sharer/sharer.php?u=https://p.dw.com/p/5EvgL%3Fat_medium%3DSocialMedia%26at_campaign%3DFacebook%26at_share_source%3DSharingButton%26at_origin%3DWeb" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://x.com/intent/tweet?source=webclient&amp;text=%22Hora%20silenciosa%22%20ajuda%20a%20diminuir%20o%20estresse%20nas%20compras+https://p.dw.com/p/5EvgL%3Fat_medium%3DSocialMedia%26at_campaign%3DTwitter%26at_share_source%3DSharingButton%26at_origin%3DWeb" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="whatsapp://send?text=%22Hora%20silenciosa%22%20ajuda%20a%20diminuir%20o%20estresse%20nas%20compras%20-%20https://p.dw.com/p/5EvgL%3Fat_medium%3DMessenger%26at_campaign%3DWhatsApp%26at_share_source%3DSharingButton%26at_origin%3DWeb" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="mailto:?body=https://p.dw.com/p/5EvgL%3Fat_medium%3DWebmails%26at_campaign%3DEmail%26at_share_source%3DSharingButton%26at_origin%3DWeb&amp;subject=%22Hora%20silenciosa%22%20ajuda%20a%20diminuir%20o%20estresse%20nas%20compras" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://share.flipboard.com/bookmarklet/popout?v=2&amp;title=%22Hora%20silenciosa%22%20ajuda%20a%20diminuir%20o%20estresse%20nas%20compras&amp;url=https://p.dw.com/p/5EvgL%3Fat_medium%3DSocialMedia%26at_campaign%3DFlipboard%26at_share_source%3DSharingButton%26at_origin%3DWeb" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://www.linkedin.com/shareArticle?mini=true&amp;url=https://p.dw.com/p/5EvgL%3Fat_medium%3DSocialMedia%26at_campaign%3DLinkedIn%26at_share_source%3DSharingButton%26at_origin%3DWeb&amp;title=%22Hora%20silenciosa%22%20ajuda%20a%20diminuir%20o%20estresse%20nas%20compras&amp;source=DW.COM" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://telegram.me/share/url?url=https://p.dw.com/p/5EvgL%3Fat_medium%3DMessenger%26at_campaign%3DTelegram%26at_share_source%3DSharingButton%26at_origin%3DWeb&amp;text=%22Hora%20silenciosa%22%20ajuda%20a%20diminuir%20o%20estresse%20nas%20compras" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="https://www.reddit.com/submit?url=https://p.dw.com/p/5EvgL%3Fat_medium%3DSocialMedia%26at_campaign%3DReddit%26at_share_source%3DSharingButton%26at_origin%3DWeb" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="fb-messenger://share/?link=https://p.dw.com/p/5EvgL%3Fat_medium%3DMessenger%26at_campaign%3DFacebookMessenger%26at_share_source%3DSharingButton%26at_origin%3DWeb" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a><a href="sms:?&amp;body=https://p.dw.com/p/5EvgL%3Fat_medium%3DSMS%26at_campaign%3DSMS%26at_share_source%3DSharingButton%26at_origin%3DWeb" target="_blank" rel="noreferrer noopener"></a></p>



<p></p>



<p>A partir desta semana, o ambiente nas lojas da rede Ikea na Alemanha está visivelmente mais tranquilo às quartas-feiras, entre 17h e 19h. Sem música, com iluminação parcialmente reduzida e anúncios apenas em casos de emergência. Em resumo, muito menos estímulos – esse é o objetivo da chamada hora silenciosa. </p>



<p>A iniciativa surgiu da associação <em>Gemeinsam zusammen</em> (&#8220;Juntos e unidos&#8221;, em tradução livre). &#8220;Com a hora silenciosa, queremos proporcionar alívio para pessoas com deficiências invisíveis. Elas frequentemente sofrem com a tensão constante em seu sistema nervoso, e é por isso que queremos oferecer a elas momentos com poucos estímulos&#8221;, explica Rebecca Lefèvre, porta-voz da entidade, em entrevista à DW.</p>



<p>A hora silenciosa visa reduzir, na prática, as barreiras sensoriais, químicas, sociais e comunicativas que muitas vezes impedem as pessoas afetadas de sequer saírem de casa.</p>



<p>O que as pessoas sem essas limitações muitas vezes não percebem conscientemente é que uma visita a uma loja de móveis ou a um supermercado estimula constantemente todos os sentidos de diversas maneiras. Placas coloridas, o barulho dos carrinhos de compras, uma variedade de cheiros que se sobrepõem – tudo isso deixa muitas pessoas sobrecarregadas.</p>



<p>Isso é especialmente verdadeiro para pessoas no espectro autista ou com transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH), ou para pessoas com fadiga crônica ou dor crônica, deficiências psicológicas ou sensoriais.</p>



<p></p>



<p>Um pioneiro da hora silenciosa é o neozelandês Theo Hogg, pai de uma criança autista e funcionário de uma rede de supermercados.</p>



<p>Em 2019, ele convenceu seus empregadores a introduzir uma hora silenciosa em todas as filiais do país. Desde então, vários países seguiram seu exemplo.&nbsp;</p>



<p></p>



<p><strong>Cada vez mais adesões</strong></p>



<p>A iniciativa de inclusão existe na Alemanha desde 2023. &#8220;Para nós, também se trata de dar visibilidade a essa questão&#8221;, afirma Rebecca Lefèvre.&nbsp;&#8220;As pessoas afetadas muitas vezes nem conseguem dizer exatamente qual é o problema específico, e não é possível perceber apenas ao olhar para elas. Muitas vezes, elas escutam de outras pessoas que estão apenas fazendo drama.&#8221;&nbsp;</p>



<p>Cada vez mais empresas e lojas oferecem horários de silêncio. Em diversos supermercados das redes Edeka e Rewe, na Alemanha, o ambiente fica mais tranquilo por um tempo.</p>



<p>Um exemplo é a&nbsp;unidade do Rewe em Diez, próximo de Frankfurt. O mercado adotou a hora silenciosa todas as quartas-feiras, das 15h às 16h. Durante esse período, os funcionários diminuem a intensidade das luzes, desligam o som das caixas registradoras e param de repor as prateleiras. &#8220;E se alguém estiver falando alto ao celular, pedimos educadamente que encerrem a ligação&#8221;, diz o gerente da loja, Rudolf Schmidt.</p>



<p>Schmidt foi um dos primeiros a apoiar o horário de silêncio. &#8220;Os clientes que vêm especificamente por esse motivo nos agradecem. De vez em quando ouvimos &#8216;isso é realmente necessário?&#8217;, mas, quando explicamos, todos entendem.&#8221;&nbsp;</p>



<p>Rebecca Lefèvre enfatiza que a hora silenciosa não se limita às lojas. &#8220;Cinemas, piscinas públicas e pistas de boliche também participam. Provavelmente teremos em breve nosso primeiro parque de trampolins, que é um verdadeiro mar de estímulos. Mas a ideia é simplesmente experimentar&#8221;.</p>



<p></p>



<p>O Museu da Cidade de Münster também participa da iniciativa desde fevereiro. Uma vez por mês, às terças-feiras, das 16h às 18h, os visitantes podem seguir um roteiro específico usando um aplicativo ou folheto. Não há visitas guiadas durante esse período. O&nbsp;museu&nbsp;também oferece um espaço silencioso e cartões de comunicação. &#8220;É claro que não contabilizamos quantas pessoas vêm especificamente para a hora silenciosa, mas percebemos que nossa oferta já está sendo utilizada&#8221;, diz Axel Schollmeier, vice-diretor do museu, à DW.</p>



<p></p>



<p><strong>Público geral também aprecia o silêncio</strong></p>



<p>Na era dos smartphones e das redes sociais, não é preciso ter algum problema psicológico ou neurológico para apreciar uma experiência de compras com mais tranquilidade.</p>



<p>Lefèvre concorda, e acha que pessoas sem deficiência também se beneficiam da iniciativa.&nbsp;&#8220;Isso certamente é bom para muitas pessoas, porque vivemos em um país sobrecarregado de estímulos sensoriais&#8221;, afirma. &#8220;Mas, é claro, faz diferença se alguém simplesmente aprecia encontrar mais paz e tranquilidade, ou se alguém sofre de sobrecarga sensorial e talvez sinta dor como resultado – ou mesmo seja incapaz de participar.&#8221;</p>



<p></p>
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		<title>L&#8217;épidémie d&#8217;Ebola progresse dans l&#8217;est de la RDC</title>
		<link>https://www.iqbpress.com/lepidemie-debola-progresse-dans-lest-de-la-rdc/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Nopens]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 May 2026 08:05:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[French Content]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.iqbpress.com/?p=900</guid>

					<description><![CDATA[D&#8217;après le ministère congolais de la Santé, l&#8217;épidémie a entraîné 131 morts et 513 cas&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p><br>D&#8217;après le ministère congolais de la Santé, l&#8217;épidémie a entraîné 131 morts et 513 cas présumés. L&#8217;Organisation mondiale de la santé exprime son inquiétude.</p>



<p>Après la province de l’Ituri, voisine de l’Ouganda, deux nouveaux cas ont été confirmés lundi (18.05) à Butembo, l’une des principales villes du Nord-Kivu. Ces cas testés positifs à Butembo portent à trois le nombre de cas enregistrés dans la province après celui de Goma.</p>



<p>Les deux cas détectés à Butembo sont liés à des malades décédés en provenance d&#8217;Ituri. Et le gouverneur du Nord-Kivu nommé par Kinshasa a annoncé une mesure pour tenter de limiter les dégâts.<br>La réaction des autorités du Nord-Kivu a été immédiate : elles suspendent le transfert des dépouilles en provenance de l’Ituri. Seules les dépouilles accompagnées d&#8217;un test négatif à Ebola seront désormais acceptées.</p>



<p>Le vice-gouverneur du Nord-Kivu, Louis Segond Karaw a annoncé la mesure, lors d’une descente dans une localité située à la frontière entre les deux provinces du Nord-Kivu et de l&#8217;Ituri.</p>



<p>&#8220;Avant que la dépouille quitte la province sœur de l’Ituri pour ici, nous devons avoir tout le rapport que ce n’est pas lié au virus Ebola. C’est important parce que le fait de faire traverser le cadavre de quelqu’un qui est mort de virus d’Ebola, ça pose un problème&#8221;, a-t-il déclaré.</p>



<p></p>



<p><strong>Cas contacts</strong><br>Selon les autorités sanitaires, les deux cas confirmés à Butembo concernent des personnes décédées en Ituri, dans la zone de Mongwalu, épicentre actuel de l’épidémie. Leurs corps avaient été transférés à Butembo pour être enterrés avant la confirmation de la maladie.</p>



<p>Les autorités sont à pied d’œuvre afin de retrouver toute la chaîne de contact liée aux deux décès. Un travail difficile sachant que les enterrements drainent généralement du monde pour les cérémonies rituelles.</p>



<p></p>



<p><strong>Triste souvenir</strong><br>À Butembo, le souvenir de la précédente épidémie d’Ebola reste encore très présent dans les esprits.</p>



<p>Pour Julie Muyisa, mère de famille, l’annonce de nouveaux cas dans la ville a ravivé un traumatisme qu’elle pensait avoir laissé derrière elle.</p>



<p>&#8220;Je me rappelle en 2018, quand j’étais admise au centre de traitement d’Ebola avec mon enfant de moins d’un an. C’était une période très difficile pour moi. Peut-être qu’on sera encore confinés et on ne sera plus épanoui, privés des endroits publics, les églises aussi, peut-être qu’on va encore fermer. Avec nos enfants à l’école, qu’est-ce qui va se passer ? Ça nous dérange beaucoup mais on va apprendre à vivre avec.&#8221;</p>



<p>Comme elle, de nombreux habitants redoutent de revivre une nouvelle crise sanitaire, alors que la région est déjà confrontée à l’insécurité et aux déplacements de populations.</p>



<p>Ferdinand Kambale, habitant de Béni, se prépare lui aussi à de nouvelles restrictions :<br>&#8220;Vous savez dans cette zone, il y a l’insécurité qui nous fait souffrir, et voilà maintenant encore Ebola. Nous avons vraiment peur, donc notre mode de vie doit complètement changer&#8221; affirme, inquiet, Ferdinand Kambale.<br>D’abord signalée à Mongwalu, Rwampara puis à Bunia, la capitale de l’Ituri, l’épidémie touche désormais les villes de Goma et Butembo, deux cités de l’est de la RDC déjà profondément fragilisées par les conflits armés.</p>



<p>Le directeur général de l&#8217;Organisation mondiale de la santé (OMS) a exprimé sa profonde inquiétude quant à l&#8217;ampleur et la vitesse de l&#8217;épidémie d&#8217;Ebola actuellement en cours. Elle a entraîné 131 décès. Tedros Adhanom Ghebreyesus a déclaré une urgence de santé publique d&#8217;ampleur internationale (USSPI) dimanche matin, son second niveau d&#8217;alerte le plus élevé, en réponse à l&#8217;épidémie d&#8217;Ebola touchant la RDC et l&#8217;Ouganda.</p>



<p>&#8220;C&#8217;est la première fois qu&#8217;un directeur général déclare une USPPI avant de convoquer un comité d&#8217;urgence&#8221; mais &#8220;je n&#8217;ai pas pris cette décision à la légère&#8221;, a déclaré Tedros Adhanom Ghebreyesus, dans son discours général au deuxième jour de l&#8217;assemblée annuelle des Etats membres de l&#8217;OMS à Genève.</p>



<p>Il a expliqué aux délégués avoir pris cette décision après avoir consulté les ministres de la Santé des deux pays concernés, et &#8220;parce que je suis profondément préoccupé par l&#8217;ampleur et la rapidité de l&#8217;épidémie&#8221;.</p>



<p></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Rückkehr unter extremen Bedingungen</title>
		<link>https://www.iqbpress.com/rueckkehr-unter-extremen-bedingungen/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Nopens]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2026 09:27:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[German Content]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.iqbpress.com/?p=890</guid>

					<description><![CDATA[Nach ihrem Flug um den Mond sollen die vier Artemis-Astronauten heute Nacht auf die Erde&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Nach ihrem Flug um den Mond sollen die vier Artemis-Astronauten heute Nacht auf die Erde zurückkehren. Dabei erwarten sie eine extreme Geschwindigkeit, Temperaturen von 2.800 Grad und ein Ausfall der Kommunikation.</p>



<p>Nachdem sie als erste Menschen seit mehr als 50 Jahren um den Mond herumgeflogen sind, steht den vier Artemis-2-Astronauten mit der Rückkehr zur Erde die letzte große Herausforderung ihrer Mission bevor.Denn der Rückflug findet unter extremen Bedingungen statt: Die Raumkapsel soll eine Höchstgeschwindigkeit von zehn Kilometern pro Sekunde erreichen, das entspricht dem 30-Fachen der Schallgeschwindigkeit.<br></p>



<p><strong>Temperaturen von etwa 2.800 Grad</strong><br>Beim Wiedereintritt in die Erdatmosphäre wird die Orion-Raumkapsel Temperaturen von etwa 2.800 Grad ausgesetzt sein, die Astronauten sollen durch einen speziellen Hitzeschild geschützt werden. Es sei wie einen &#8220;Feuerball durch die Atmosphäre zu reiten&#8221;, sagte US-Astronaut Victor Glover bei einer Pressekonferenz aus. Mehrere Minuten lang wird auch die Kommunikation zum Raumschiff unterbrochen sein.Bei einem Testflug hatte es Probleme mit dem Hitzeschild gegeben. Die NASA veränderte daraufhin die Struktur des Hitzeschilds und entschied sich zudem für eine andere Route für den Wiedereintritt in die Atmosphäre.</p>



<p></p>



<p><strong>Landung in der kommenden Nacht geplant</strong><br>Mithilfe von Fallschirmen soll die Kapsel anschließend abgebremst im Pazifik aufkommen. Wenn alles gut geht, landen die vier Astronauten um 17.07 Uhr Ortszeit (Samstag, 02.07 Uhr MESZ) vor der Küste von San Diego &#8211; und werden dann von einem Schiff &#8220;eingesammelt&#8221;.Die Crew &#8211; bestehend aus Victor Glover, den US-Astronauten Christina Koch und Reid Wiseman sowie dem Kanadier Jeremy Hansen &#8211; entfernte sich bei ihrer Mission weiter von der Erde als jemals Menschen zuvor.</p>



<p></p>
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		<title>Bumperkleven en afsnijden: rijscholen ervaren meer agressie tegen lesauto&#8217;s</title>
		<link>https://www.iqbpress.com/bumperkleven-en-afsnijden-rijscholen-ervaren-meer-agressie-tegen-lesautos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Nopens]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 11:02:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Dutch Content]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.iqbpress.com/?p=885</guid>

					<description><![CDATA[Van bumperkleven en toeteren tot gevaarlijk inhalen en afsnijden. Rij-instructeurs zien steeds vaker agressie van&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p id="330678344109572">Van bumperkleven en toeteren tot gevaarlijk inhalen en afsnijden. Rij-instructeurs zien steeds vaker agressie van andere weggebruikers tijdens rijlessen. Dat blijkt uit een rondgang van NOS Stories onder rijscholen.</p>



<p id="210122401501920">Een vragenlijst over agressie in het verkeer werd door 600 rijopleiders ingevuld. Meer dan 500 zeggen dat ze wekelijks of zelfs dagelijks agressie ervaren tijdens de rijles.</p>



<p id="104891238602850">Ruim twee derde van de instructeurs heeft het gevoel dat de agressie tegen lesauto&#8217;s de laatste jaren is toegenomen.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Bij bumperkleven kan een leerling uit angst remmen.</p>
</blockquote>



<p id="665778067869581">&#8220;Vroeger leken mensen er rekening mee te houden als je een L op het dak had&#8221;, stelt een van de instructeurs. &#8220;Tegenwoordig is het een reden om er snel voorbij te gaan en nog even af te snijden.&#8221;</p>



<p id="657155874962854">En dat niet alleen: jongeren die leren autorijden krijgen te maken met onnodig toeteren, bumperkleven, agressieve handgebaren, scheldpartijen en in het uiterste geval zelfs geweld.</p>



<p id="785405253692039">&#8220;Bumperkleven gebeurt vaak, en toeteren&#8221;, vertelt de 18-jarige Sara. Ze volgt nu twee maanden rijles en gaat over een maand op voor haar praktijkexamen. &#8220;Je gaat toch altijd wel een beetje twijfelen aan jezelf of je iets verkeerd doet.&#8221;</p>



<p id="352835086858883">Ze snapt wel dat mensen met haast liever niet achter een lesauto rijden. &#8220;Maar het is toch altijd een beetje vervelend. Ze halen de lesauto in op momenten dat het eigenlijk niet kan, of gooien hun auto er snel voor terwijl ik op een voorrangsweg rij.&#8221;</p>



<p id="892677243691655">Door dit soort acties voelt Sara zich opgejaagd. &#8220;En daardoor ga ik het juist verkeerd doen.&#8221;</p>



<h2 class="wp-block-heading">&#8216;Geef mensen de kans om te leren&#8217;</h2>



<p id="463907778310953">&#8220;Je weet dat niemand graag achter een leswagen zit&#8221;, schrijft een rijleraar. &#8220;Maar mensen hebben geen geduld meer. De gevaren van hun eigen capriolen zien ze niet in. Bij bumperkleven is de kans groot dat een leerling uit angst remt. En daar kan ik als instructeur op dat moment niets tegen doen.&#8221;</p>



<p id="567120181910681">Veilig Verkeer Nederland (VVN) vindt de ervaringen van de instructeurs zorgelijk. &#8220;Het begrip voor andere weggebruikers is aan het wegvallen&#8221;, zegt de organisatie die zich inzet voor verkeersveiligheid. &#8220;We zijn op de weg nog vooral met onszelf bezig.&#8221;</p>



<p id="828392777493322">VVN vindt dat mensen de kans moeten krijgen om het rijden in de praktijk te leren. &#8220;Respecteer dat, heb daar geduld mee. Je kan niet verwachten dat mensen meteen wegscheuren. Het is niet voor niets dat ze herkenbaar rondrijden als lesauto.&#8221;</p>



<p id="82827504666346">Verkeerspsycholoog Dirkje van der Ven denkt dat agressief rijgedrag meerdere oorzaken heeft. &#8220;Het wordt steeds drukker op de weg, dus mensen moeten hun eigen rijgedrag vaker op elkaar aanpassen. Daarnaast gaan mensen steeds vaker gehaast op pad en hebben ze steeds minder geduld op de weg.&#8221;</p>



<p id="878597767605330">Een simpele oplossing is er volgens de verkeerspsycholoog en VVN niet. De organisatie zelf pleit voor een combinatie van meer en betere voorlichting, strengere handhaving en slimmere inrichting van de weg. &#8220;Zo worden agressieve weggebruikers op meerdere manieren aangepakt&#8221;, stelt VNN. &#8220;Het begint echt bij het verbeteren van menselijk gedrag. Iedereen wil veilig thuiskomen en daar moeten we samen voor zorgen.&#8221;</p>
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		<title>Artemis II parla anche italiano: tecnologie e industria a bordo della missione lunare</title>
		<link>https://www.iqbpress.com/artemis-ii-parla-anche-italiano-tecnologie-e-industria-a-bordo-della-missione-lunare/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simone Nopens]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 10:55:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Italian Content]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.iqbpress.com/?p=882</guid>

					<description><![CDATA[C’è un significativo contributo italiano, costruito con l’Agenzia Spaziale Italiana (Asi) e il comparto industriale&#8230;]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>C’è un significativo contributo italiano, costruito con l’Agenzia Spaziale Italiana (Asi) e il comparto industriale nazionale in Artemis II, prima missione con equipaggio del programma Artemis e passaggio cruciale verso il ritorno dell’uomo sulla superficie lunare.</p>



<p></p>



<p>C’è anche tanta Italia a bordo di Artemis II, la missione della Nasa con quattro astronauti a bordo che segna il ritorno dell’umanità intorno alla Luna per la prima volta in oltre mezzo secolo.</p>



<p>La prima missione umana oltre l’orbita terrestre in oltre 50 anni è in corso con il lancio avvenuto con successo da Cape Canaveral alle 00.35 italiane del 2 aprile.</p>



<p>Uno dei componenti essenziali della navetta Orion, costruita dalla Lockheed Martin e posizionata in cima al razzo Space Launch System (Sls) della Boeing, è il modulo di servizio Esm, che assicura agli astronauti i sistemi vitali. Rappresenta il principale contributo dell’Europa alla missione Artemis II, realizzato dall’Agenzia spaziale europea (Esa) e dalle industrie europee.</p>



<p>Il nostro paese, attraverso l’Agenzia Spaziale Italiana (Asi) e una filiera industriale altamente specializzata, svolge un ruolo di primo piano nel programma Artemis.</p>



<p>Tutti i dettagli.</p>



<p>IL RUOLO DEL MODULO DI SERVIZIO EUROPEO<br>Il Modulo di Servizio Europeo (Esm) rappresenta un elemento essenziale della missione, responsabile del funzionamento complessivo della capsula durante il viaggio verso la Luna e il ritorno sulla Terra.</p>



<p>“Ci troviamo sulla soglia di un ritorno storico: l’umanità si dirige nuovamente verso la Luna, più di mezzo secolo dopo Apollo 17. La Nasa scriverà di nuovo la storia, ma questa volta la missione Artemis è un’impresa veramente internazionale e l’Europa ha un ruolo centrale”, ha dichiarato il direttore generale dell’Agenzia Spaziale Europea (Esa) Josef Aschbacher a poche ore dal lancio, riferendosi al fatto che il modulo. “L’Esa – ha proseguito Aschbacher – è orgogliosa di essere un partner fondamentale della Nasa e, fornendo il Modulo di Servizio Europeo (Esm), non si limita a rendere possibile questa missione, ma la alimenta”.</p>



<p>Il Modulo di servizio di Orion – che come già detto garantisce propulsione, energia e le funzioni vitali della capsula – incorpora anche componenti realizzati in Italia.</p>



<p>LE TECNOLOGIE SVILUPPATE DA LEONARDO<br>Leonardo, presso lo stabilimento di Nerviano (Milano), realizza i pannelli fotovoltaici (PVA) che compongono le quattro “aIi” del modulo di servizio: queste misurano sette metri ciascuna e sono in grado di erogare circa 11kW complessivi per l’alimentazione dell’elettronica di bordo. Sempre in Lombardia vengono prodotte le unità elettroniche (PCDU) che servono per il controllo e la distribuzione di energia al veicolo spaziale.</p>



<p>IL CONTRIBUTO DI THALES ALENIA SPACE<br>Thales Alenia Space, joint venture tra Thales al 67% e Leonardo al 33%, ha invece curato la realizzazione della struttura del modulo ESM e dei sottosistemi critici – compreso il sistema per la protezione dai micrometeoriti e il controllo termico.</p>



<p>TELESPAZIO A LAVORO SUL TRACCIAMENTO RADIO DELLA MISSIONE ARTEMIS II…<br>Troviamo poi Telespazio, joint venture tra Leonardo al 67% e Thales Alenia Space al 33%, tra i partecipanti selezionati dalla Nasa per partecipare alle attività di tracciamento radio della missione Artemis II, che saranno svolte attraverso le infrastrutture e le competenze del Centro spaziale del Fucino, uno dei principali poli mondiali per le comunicazioni satellitari civili.</p>



<p>… E SU MOONLIGHT<br>Per darà vita alla Lunar economy, sarà inoltre indispensabile creare una rete di servizi di comunicazioni e navigazione, come Galileo o il GPS sulla Terra, che garantisca il costante contatto degli astronauti e dei sistemi robotici tra di loro o con i centri di controllo, oltre che a fornire un preciso posizionamento sulla superficie lunare. In questo ambito Telespazio, alla guida di un consorzio internazionale, è stata selezionata dall’Esa per lo studio di un’infrastruttura per le comunicazioni e navigazione lunare. Il progetto rientra nell’iniziativa Lunar Communications and Navigation Services (LCNS) del programma Moonlight e, tra i requisiti, analizzerà la possibilità di rendere il sistema interoperabile con Lunanet, l’infrastruttura che la Nasa sta sviluppando per supportare il programma Artemis.</p>



<p>L’ACCORDO ITALIA-NASA PER LA LUNA<br>Quindi Leonardo e l’industria spaziale italiana svolgono un “ruolo importante” e “penso che questo sia stato ampiamente riconosciuto negli anni anche nell’ultima missione” ha osservato Massimo Claudio Comparini, Managing Director della Divisione Spazio di Leonardo, in occasione dell’evento organizzato dall’Agenzia di ritrasmissione del lancio della missione Artemis II. Il riferimento è al recente accordo firmato a Washington dal ministro delle Imprese e del Made in Italy Adolfo Urso, con delega politiche spaziali, e dall’amministratore capo della Nasa Jared Isaacman riguardo i futuri insediamenti lunari costruiti in Italia e la partecipazione di un astronauta italiano a una delle prossime missioni Artemis. A quattro anni dall’accordo bilaterale Asi-Nasa sui moduli abitativi per superficie lunare, con quest’ultima intesa la tecnologia italiana per le future basi sulla Luna diventa parte del programma Artemis.</p>



<p>“Saremo pronti anche noi italiani ad andare sulla Luna, oggi ci andiamo con tecnologia e sviluppi che abbiamo pensato e progettato e domani ci andremo con astronauti” ha dichiarato Mario Cosmo, Direttore Scienza e Innovazione dell’Asi.</p>



<p>IL COMMENTO DEL PRESIDENTE ASI<br>“Per l’Italia, e per l’Agenzia Spaziale Italiana, questo traguardo ha un significato particolare” ha commentato il presidente dell’Asi Teodoro Valente ricordando che “Il nostro Paese è stato tra i primi firmatari degli Artemis Accords con la Nasa, contribuendo fin dall’inizio a promuovere una cooperazione internazionale basata su trasparenza, sostenibilità e uso pacifico dello spazio.Nel complesso di questo grande programma globale l’Italia ha un ruolo di grande rilievo: contribuiamo allo sviluppo delle infrastrutture chiave delle missioni Artemis, dai moduli abitativi a quelli di servizio, alle comunicazioni Terra/Luna fino al progetto MPH Multi-Purpose Habitat, la futura casa dell’Asi che ospiterà agli astronauti sul nostro satellite naturale.”</p>



<p>Dunque “Artemis II non è solamente una missione di test – ha concluso il presidente dell’Agenzia spaziale italiana – ma il primo passo concreto di un programma che punta a costruire una presenza umana stabile anche sulla superficie della Luna, preparando allo stesso tempo le tecnologie necessarie per le future missioni verso Marte. Il successo di questo lancio dimostra ancora una volta quanto la cooperazione internazionale sia fondamentale per affrontare le grandi sfide dell’esplorazione spaziale. L’Italia, attraverso l’Asi e la sua filiera scientifica e industriale, continuerà a contribuire con competenze e innovazione a questa nuova era dell’esplorazione umana dello spazio”.</p>
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